Os cachos morenos
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Confusão [Acerca do AmOr]
E de tanto bater-lhe na cara
a mão do meu pensamento,
hipócrita, acabei me ferindo.
Ferindo a minha própria face
com uma ferida de amor
em meu próprio ego.
Mas meu pensamento insisti
como chagas a me atordoar
como facas a apunhalar-me
os seios que já não tenho,
fartos de tentar se encher de ti.
Poupe-me essa vontade de te ter.
Eu quero parar de querer te carregar
como um filho no ventre.
Por que só assim me sinto intensamente?
Quando amo. Por que só quando estou
ferida, sinto-me existir? Será essa uma
vontade de sofrer escondida nas minhas
vísceras?
Já não tenho respostas pra essa confusão
de fluidos dentro de mim...
se é em você que penso
se me atormento de pensar
em tentar não saber de você
por ai, onde ondas, com quem
estas... eu quero pensar em mim...
e parar... de confundir-me
com outros.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
A despeito de você [1]
E toda essa falácia
que me insiste em
fazer ouvir?
Que me ama, que me espera
mesmo sem imaginar
alguma possível era
E se nessa vida ou n´outra
parte de espaço-tempo ou dimensão
estarei perdida em uma outra
a procurar a sua inutil atenção
Tanto querer
Quero-te tanto que chego a querer-te infindo
Tanto que não me importa o quanto sejas meu
Mas te quero, e quero o tanto que me couber
tanto quanto me for necessário nesse tempo
Te quero até no sopro do vento.
Vento que passa pelos fios dos meus cabelos
que delineia todo o meu corpo
que me levanta o vestido
até apagar-me todo esse fogo
que tanto teimo em abrandar
Enfim, que parece ser infinito...
Eu te quero tanto
que o tanto que eu te quero
nem cabe dentro de mim
transborda até sair pelos olhos
transcende a vida, entra nos sonhos
vem com o vento, sai pelos poros.
Tanto que não me importa o quanto sejas meu
Mas te quero, e quero o tanto que me couber
tanto quanto me for necessário nesse tempo
Te quero até no sopro do vento.
Vento que passa pelos fios dos meus cabelos
que delineia todo o meu corpo
que me levanta o vestido
até apagar-me todo esse fogo
que tanto teimo em abrandar
Enfim, que parece ser infinito...
Eu te quero tanto
que o tanto que eu te quero
nem cabe dentro de mim
transborda até sair pelos olhos
transcende a vida, entra nos sonhos
vem com o vento, sai pelos poros.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Para Ana
Não consigo explicar fisicamente o que é
o perdão,
o ceder-se,
o reconhecer
e a humildade de aceitar os próprios erros...
Talvez eu não encontre respostas
olhando para essa sua forma de boneca
Mas a amizade que mora em mim...
a parte que você conquistou não vai se desgastar...
Porque eu gosto de você como te conheci
de toca de trombadinha na cozinha
e desse seu jeito desordenado...
Peço perdão por meu efêmero período de descontentamento,
Ele já passou...
AmAna
o perdão,
o ceder-se,
o reconhecer
e a humildade de aceitar os próprios erros...
Talvez eu não encontre respostas
olhando para essa sua forma de boneca
Mas a amizade que mora em mim...
a parte que você conquistou não vai se desgastar...
Porque eu gosto de você como te conheci
de toca de trombadinha na cozinha
e desse seu jeito desordenado...
Peço perdão por meu efêmero período de descontentamento,
Ele já passou...
AmAna
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